O projeto Twittories foi criado pelo CEO do The Podcast Network, Cameron Reilly, e busca descobrir se o Twitter pode ser usado para a criação de ficção. A idéia foi baseada naquela brincadeira de criança, em que você começa a contar uma história e cada amigo contribui com uma frase.
As regras são que cada história feita com o Twittories terá no máximo 140 partes, cada uma com no máximo, 140 caracteres. A primeira Twittory se chama “The Darkness Inside”, e começou ontem, com 140 participantes, e pode ser lida na íntegra aqui.
O propósito não é criar nenhuma obra prima, e sim fazer uma experiência com contribuições de várias pessoas no Twitter. A idéia de fazer um conto escrito por vários usuários usando o Twitter como ferramenta, respeitando o limite de caracteres, é excelente, e bem que alguém podia fazer uma versão nacional. Inclusive se eu tivesse tempo, que é um commodity cada vez mais raro na minha vida, trataria disto eu mesmo.
E quem acompanha o meu Twitter ficou sabendo disto ontem de noite.
UPDATE:
Graças ao Nababu.org me lembrei do Twitteratura, um projeto muito interessante que visa a criação de ficção no estilo Twitter, com histórias escritas com menos de 140 caracteres, um erro imperdoável da minha parte. As histórias do Twitteratura não são escritas de forma seqüencial, mas você não pode deixar de conferir. Valeu pelo toque, João M.!
Existem muitos motivos para não mandar PowerPoints para os outros por e-mail, e o principal deles é que eu e muitas outras pessoas esclarecidas simplesmente não abrem PowerPoints enviados por e-mail, a não ser que seja algo relacionado a trabalho e que elas estejam esperando por isso.
Não vejo sentido em fotos com textos inspiradores, cuja a grande maioria são os mesmos que circulam desde que a Internet usava fraldas. É por isso que eu peço, não me enviem PowerPoints pelo correio, é a maneira mais fácil de você ser incluído na minha lista de spammers. Isso para não falar naquelas apresentações que temos que assistir, com milhares de textos, poucas imagens e nenhum objetivo.
Mas o que vou citar agora eu ainda não sabia e é ainda mais aterrador do que isto. O consultor de apresentações Alexei Kapterev criou Death by PowerPoint, que mostra em 61 slides como você pode até matar sua platéia dependendo do nível de chatice da sua apresentação.
Existem 300 milhões de usuários de PowerPoint no mundo, que fazem 30 milhões de apresentações por dia, sendo que um milhão delas estão acontecendo neste exato momento, e 50% destas apresentações são insuportáveis! Alexei também explica qual é a cura para a falta de criatividade que resulta na chatice e no tédio nas apresentações, e ainda cita Albert Einstein: “Tudo deveria ser feito da forma mais simples possível, mas não mais simples do que isto.”
Pense nestas dicas antes de criar o seu PowerPoint! A brincadeira é sadia, divertida e educativa, e garanto que suas apresentações vão ficar muito mais interessantes. Confira também estas preciosas dicas do Lifehacker para melhorar ainda mais sua apresentação.
Uma pequena pausa para explicação: Se você não acredita que alguém possa trabalhar somente fazendo PowerPoints, eu garanto que sim, tanto que este é um cargo que eu já exerci e para o qual ocasionalmente acabo tendo que voltar, embora muito a contragosto. Nada contra a ferramenta PowerPoint da Microsoft, e nem contra o Keynote da Apple que eu uso para criar minhas apresentações (o Keynote exporta para o formato ppt), mas a grande verdade é que não importa a qualidade do programa usado, se a apresentação for inútil, longa e sem sentido.
Não sei quantos anos você tem, mas eu já tenho 36, e cresci jogando Atari e achando isso o máximo. Até hoje me lembro das horas perdidas jogando River Raid ou Megamania. Uma das coisas emblemáticas era o design das etiquetas dos games, sempre com a tipologia tradicional. O gerador de etiquetas de jogos Atari 2600 é uma maneira divertida de criar os jogos que você sempre quis jogar, mas que nunca foram lançados.
No meu caso foi o jogo “Revenge of the Robots”! Se você quiser saber mais sobre robôs, visite meu outro blog.
Fui convidado pelo Cardoso para participar do ótimo meme “Meus Vídeos Favoritos no YouTube”, que foi criado pela Maysa.
Discurso de Steve Jobs em Stanford 2005
Este vídeo de Steve Jobs discursando para formandos de Stanford em 2005 é obrigatório! O CEO da Apple e Pixar começa contando que nunca se formou, e depois conta três histórias tocantes sobre a sua vida, inclusive como acabou sendo despedido da empresa que fundou, como deu a volta por cima, e como venceu uma batalha contra a morte. Só quero acrescentar uma coisa: Não é a toa que Jobs é uma inspiração e um exemplo para qualquer pessoa, não só para os fissurados em tecnologia. Seu conselho final é perfeito: “Stay hungry, stay foolish.”
Comercial de Lançamento do Apple Macintosh no SuperBowl de 1984
O comercial de lançamento do Macintosh em 1984 é um dos melhores comerciais já feitos em todos os tempos, pelo menos na minha opinião. A idéia do comercial foi inspirada no genial livro de George Orwell, e o grande vilão a ser destruído é o Big Brother, que simboliza a toda poderosa (pelo menos naquela época) IBM.
Fluminense 7 x Botafogo 1
Que me perdoem os meus amigos Botafoguenses, mas este vídeo mostrando a goleada impiedosa aplicada pelo meu Fluminense na inesquecível noite do “Seven Up” em 1994 não poderia ficar de fora desta lista.
Jimmy Luv - Meu discurso
Este vídeo do meu amigo Jimmy, todo filmado em NY em 2003, foi dirigido por Guga Frullani, com produção da Veri Serpa do Geek Chic. Recomendável a todos que gostam de Hip-Hop!
Tokyo Dancing Stormtrooper
Qual o sentido deste vídeo, no qual o blogueiro Danny Cho fica dançando pelas ruas e pelo metrô de Tóquio vestido de Stormtrooper? Absolutamente nenhum, mas ele é muito divertido assim mesmo, principalmente pela reação das pessoas que estão passando.
Para terminar queria convidar para dar continuidade ao meme o Sampson Moreira do InovaVox, o Bruno Alves do Diversos, Bernardo Bauer do Caraca Maluco, Alessandro Martins do Cracatoa Simplesmente Sumiu e o J. Noronha do Fim da Várzea. Se algum de vocês não puder participar, não tem o menor problema!
O Google aprontou mais uma vez, e a partir de agora o serviço Google Apps é global, com versões em português e mais 26 línguas incluindo italiano, francês, espanhol, japonês e árabe, entre muitas outras. Para os usuários, a Google oferece maior integração com APIs, criação de contas do Gmail, Google Agenda e GTalk para os usuários do seu site ou blog que use o domínio personalizado, e versões especiais para empresas, pequenas empresas, famílias ou grupos e escolas.
Entre os serviços estão o Google Docs & Spreadsheets, que eu uso diariamente para os meus textos de todos os meus blogs. Com ele seus usuários e colaboradores podem interagir e trabalhar ao mesmo tempo, cada um do seu browser. A página inicial é o local aonde os usuários podem ler o seu e-mail, acessar seus calendários e escrever documentos, e o painel de controle para os administradores também foram bem melhorados. E o pessoal de TI pode comemorar, porque o Google colocou até mesmo ferramentas de migração de e-mails, para quem quiser fazer a troca de sistema, só que apenas nas versões professional e escola.
O Google Apps Professional tem 10 GB de espaço para cada usuário, APIs de integração e suporte telefônico em várias línguas para casos mais graves em algumas línguas (em português? Não, ainda não). O Google Apps Partner Edition, também com 10 GB, e o de famílias e grupos, com 2 GB. Você pode comparar as versões para saber qual é a ideal para você, e ainda pode experimentar o Google Apps Professional de graça por 30 dias.
Com os rumores de que o esperado e gratuito Microsoft Works 9 não vai rodar na web, e sim como uma aplicação, parece mesmo que o Google vai reinar praticamente sozinho no mercado das web apps.
Eu escrevi um post sobre a Papervision no Digital Drops ano passado e já tinha ficado muito bem impressionado com a engine que eles criaram sobre o Flash.
O que era bom, ficou ainda melhor com a lançamento da última versão do Flash e o Papervision hoje em dia está quase perfeito, como mostra o Shark Demo, que está no site da empresa para você visitar e se divertir.
Visite sempre o blog do Papervision 3D para saber as novidades.
O Joox.net é mais um serviço sem o menor traço de legalidade produzido na Suécia, terra do tão famoso Pirate Bay. O nome é uma apropriação cara de pau do Joost, e até mesmo o logo parece uma cópia mal feita. As diferenças param aí. Ao invés de canais as vezes obscuros (até o momento) mas sempre com contratos oficiais do Joost, o Joox.net aposta em filmes, séries e clipes que todo mundo conhece, e se alguem perguntar sobre os direitos autorais, a resposta do Joox é danem-se!
O site pede a instalação do player Divx e os filmes tem uma qualidade bem razoável, principalmente perto do YouTube e cia. No Joox eu assisti a uma cena clássica de 2001: Uma Odisséia no Espaço e o final de Blade Runner. Experimente você também, antes que tirem do ar após uma interminável batalha judicial.
Quando comprei meu Mac, uma das coisas que eu gostei de cara foi o programa Photobooth. Com ele você pode tirar fotos, adicionar efeitos especiais, e depois salvar o resultado final no seu computador. Mas os usuários de PC não precisam ficar com inveja, pois o site Cameroid faz a mesma coisa, a única coisa que você precisa é de uma webcam e uma conexão com a Web.
O Cameroid acessa a sua webcam para tirar as fotos e colocar os efeitos, você pode mudar a cor da foto, distorcer o seu rosto, e até mesmo usar uma template com o rosto da Monalisa, uma nota de 100 dólares e até a cara de um macaco! As imagens podem ser salvas no seu PC ou em um endereço único na Internet para você mostrar para os seus amigos. Você também pode mandar e-mails com as fotos, e fazer um bookmark com o Digg, Del.icio.us, StumbleUpon ou BlinkList.
O Mashable reclama que o Cameroid poderia deixar você fazer os efeitos em imagens gravadas, para quem ainda não tem uma webcam, e também da quantidade de efeitos, mas o Cameroid promete adicionar novos efeitos em breve. Outras sugestões que podiam facilitar a vida dos usuários seriam a opção de enviar as imagens para o Flickr, e a empresa também podia fazer um widget para você colocar na sua página, o que ia ser muito divertido, mas de qualquer forma eu achei o serviço excelente, pelo menos para quem não tem um Mac e o seu sensacional Photobooth.
O Google tem dezenas de mecanismos de buscas direcionadas, não seria ótimo ter acesso a todas essas buscas a partir de uma só página?
O “Simply Google”, site criado por Chris McEvoy, faz exatamente isso e concentra todos as buscas do Google em um só lugar. Além disso o site ainda tem uma lista com todos os sites e blogs do Google. Mesmo que você seja um Google fanático, garanto que vai achar algo que ainda não conhecia.
Faça uma visita ao Simply Google e veja a diversidade dos mecanismos de busca do Google.