Como deu para perceber no último post, a minha família vai aumentar em breve e por isso estamos passando por algumas mudanças em casa. A quantidade de livros e quadrinhos na minha casa aumenta em progressão geométrica a cada mês, e por conta de tudo isso, eu precisei fazer uma arrumação radical no meu armário, uma daquelas no estilo “Apocalypse Now”, conhece?
Entre os vários itens que eu passei adiante posso destacar as minhas velhas fitas cassette, meus shows e filmes em VHS com os quais sempre fui muito apegado. Só não me desfiz das trilogias Poderoso Chefão e Star Wars, porque apesar de também ter as versões em DVD, adoro as capas dos velhos boxes VHS. Eu fico feliz de saber que pelo menos a minha sensacional coleção do Hitchcock está em DVD, mas como já estamos em tempos de HD-DVD e Blu-ray isto pode não significar nada daqui a algum tempo.
No meio do processo de arrumação eu acabei me deparando com um verdadeiro arsenal de inutilidades, uma esquadrilha de bugigangas que impressionou até a mim, que sou comprovadamente um dos maiores fanáticos por gadgets de todo o mundo e o dono de todas elas. Para você ter uma idéia superficial, eu tinha entre outras coisas um cabo do meu iPaq que foi roubado em 2003, milhares de cabos de energia de desktops, placas gráficas, placas de rede, mouses quebrados, teclados, mouses esquecidos, modems, e até um mouse sem fio da Microsoft, que eu mandei para o meu irmão.Tinha até um gigantesco monitor CRT de 17″, acreditem se quiser. A verdade é que eu uso um notebook da Apple e não tenho o menor uso para nada disso. Sem falar nas velharias como um ZIP drive (alguém lembra disso?) e vários discos zips de 100 MB (ooohh)!
Você pode se perguntar, porque eu preciso de mais espaço para livros? O que acontece é que eu sou um leitor compulsivo, que além de acompanhar cerca de 750 feeds RSS ainda arrumo tempo para ler livros, quadrinhos e mangás. Assim, aqui em casa, está sempre faltando espaço para colocar novos itens da biblioteca. E assim lá vou eu rearrumar a estante de livros. Olhando alguns dos meus velhos quadrinhos, e outros nem tão velhos assim, tive a oportunidade de redescobrir maravilhas há muito esquecidas. Eu admito, as minhas estantes de livros e quadrinhos são uma preciosidade, se você não conhece não sabe o que está perdendo.
Meu escritório sempre foi meio bagunçado, mas descobri que a melhor coisa do mundo é fazer uma bela arrumação. Você pode jogar muita coisa fora, mas abre espaço para a chegada de outras novas, que podem ser muito melhores e mais interessantes. Para terminar, permita-me dizer que esvaziar gavetas pode ser uma ótima terapia. Se você nunca tentou, experimente. Eu recomendo!
O Carlos do blog ITFK fez um post sensacional com vários blogueiros famosos transformados em personagens dos Simpsons, usando o ótimo serviço Simpsonize-Me. Eu também entrei nessa seleta turma de blogueiros de Springfield, mas ainda fiquei com o gostinho de quero mais, por isso pensei em criar uma versão Simpsonized da minha própria família!
Legenda da imagem acima: Nick Ellis, Clarinha e Diana com sua barriga de sete meses de gravidez.
A Diana Ellis é uma designer de jóias de muito sucesso. Um de seus brincos está no Caderno de Tendências 2008 do IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos). E a partir deste mês, Diana está vendendo as suas criações na loja internacional Novica, uma empresa do grupo National Geographic, e também está exportando a sua produção para lojas na Europa.
Além disso Diana é uma mulher inteligente, incrível, mãe da minha linda filha e do meu filho que vai nascer, e a minha companheira de vida que me atura há quase 10 anos. Palmas para a Diana, que ela merece!
Fui convidado para fazer parte da Blogagem Coletiva “Eu exijo ordem e progresso”, proposta pela Veri Serpa do 30 & Alguns, e agradeço muito pela oportunidade de participar deste ato de cidadania. Peço desculpas pelo tamanho do post, mas é muito difícil falar sobre o tema da desordem e do atraso que imperam no Brasil de forma consisa. Minutos de silêncio nunca resolveram nada, o negócio é fazer barulho.
Hoje fazem exatos 30 dias da mais lamentável catástrofe aérea da nossa história, e o que aconteceu em Congonhas. O respeito pelas vítimas não parece fazer parte da agenda do nosso governo federal, que através de um de seus funcionários desrespeitou a todos na televisão com gestos obcenos, mas a prefeitura e do governo estadual de São Paulo não ficam atrás, procurando bodes expiatórios nos lugares mais improváveis. Nos aeroportos do Brasil a situação ainda é crítica, e olha que eu nem vou falar da crise dos controladores de vôo. Um mês se passou e citando o Arnaldo Jabor, a pergunta que não quer calar é “quando vai acontecer o próximo acidente?” Da minha parte, já decidi que nunca mais vou pousar em Congonhas, e na semana que vem vou a São Paulo, mas de ônibus.
Mas os problemas do Brasil infelizmente não se resumem de forma alguma ao caos aéreo. O que acontece, como escrevi em outro post, é um verdadeiro apagão governamental, legislativo e judicial. O Stanislau Ponte Preta descreveu tudo isso em seu “FEBEAPÁ, o Festival de Besteira que Assola o País” que é hoje em dia mais atual do que nunca, infelizmente. Vivemos em um País que é motivo de piada ao redor do mundo, e isto não é de hoje, afinal Charles de Gaulle disse a famosa frase “este não é um país sério”. A famosa lei de Gérson que diz que o importante é levar vantagem ganhou adeptos nas mais altas esferas dos nossos governantes, legisladores e juízes. Nosso presidente não perde uma chance de virar as costas para a sua história e para os valores que sempre defendeu antes de assumir o poder, traindo a quem votou nele para fazer alguma coisa por quem precisa, e não para ficar brincando de rainha da Inglaterra. O rebelde Lula deu lugar a um governante que passa a mão na cabeça de pessoas como Hugo Chaves mesmo depois de ouvir ofensas inaceitáveis ao Brasil e a nossa soberania. O Lula sindicalista manteve sua coerência ao se tornar deputado, e chegou se referir a câmara como “300 picaretas com anel de doutor”. Ele representava a mudança, a esperança, só que hoje em dia não sobrou nada, nem mesmo uma ilusão. O Lula de hoje em dia é uma caricatura, uma sombra de quem foi, e é assombrado pelo fantasma do seu próprio passado.
Tudo isso cobra um preço alta da nossa cidadania, pois as pessoas de bem com raríssimas exceções não se envolvem com política, e preferem levar a sua vida fingindo que nada está acontecendo. Isto é um reflexo da ditadura e da repressão, que afastou os jovens da minha geração do caminho digno da política em prol da população e do bom andamento do País, e os lançou em um estado de catatonia política, em uma espécie de anestesia geral da qual talvez nunca mais iremos despertar. Como muito bem disse o grande Oswaldo Aranha, o “Brasil é um deserto de homens e idéias”.
De onde vem esta enorme vontade de se dar bem em cima dos outros? De onde vem esta sensação de cada um por si, de que não somos uma população, e sim um bando de ovelhas sendo dizimadas pelos próprios pastores? Tudo isso só faz aumentar a famosa indignação indigna cantada nos versos daquela música do Skank. Tudo isso só nos confirma que Cazuza tinha toda a razão quando escreveu seus versos sobre o nosso pobre Brasil: “Brasil, qual é o seu negócio, o nome do seu sócio, confia em mim”, e manifestou seu repúdio a tudo isso e o seu amor a pátria: “Grande pátria, Desimportante…Em nenhum instante Eu vou te trair… Não, não vou te trair…” Pena que este pensamento tão nobre seja uma exceção, e não a regra. Aqui no Brasil tudo acaba em pizza, tudo acaba na zona, não existe punição aos criminosos do colarinho branco que levam dólares na cueca e a sensação de impunidade prevalece acima de tudo.
Porque não aprendemos a votar, mesmo com tantas lições cruéis que a história já nos deu? Como pode um País das dimensões e da riqueza natural do nosso conviver com problemas tão antigos que vem do tempo do Brasil colonial? Como pode um sujeito como o Antonio Carlos Magalhães ser lembrado como político sério depois de sua morte? Como pode o Fernandinho Beira-Mar Collor ser Senador da República, recebendo elogios e abraços do nosso presidente? Como pode um funcionário público incompetente não poder ser demitido, por pior que seja a sua atuação no cargo? Como pode não adotamos o voto distrital para valorizar os votos das pessoas que moram nos estados com mais população do nosso país, deixando para trás a vergonha que existe hoje em dia, onde estados como Tocantins e Sergipe tem a mesma força e números de representantes do que São Paulo e Rio de Janeiro?
Sei que tudo isto já foi dito várias vezes, mas não custa reforçar. A justiça no Brasil demora anos para julgar os processos, o que aumenta o clima de impunidade e de “vale tudo” que consome o nosso amado Brasil por dentro. Se houvesse uma punição exemplar para crimes hediondos e do colarinho branco, eu teria esperanças no futuro da nação. Só que a mensagem que nossos jovens recebem de todos estes desmandos é a de que aqui é uma terra de ninguém. Um País aonde quem comete uma atrocidade acaba sendo liberado da prisão para passar o natal em casa, ou então sai em pouquíssimo tempo, para voltar a atacar os cidadãos inocentes e trabalhadores que são as grandes vítimas da ausência de um mecanismo que puna efetivamente os culpados.
O sentimento de amor ao Brasil só surge em competições esportivas. Na hora do Pan, na hora da Copa do Mundo, todo mundo tem orgulho de ser Brasileiro. Só que mesmo durante a festa do esporte o desmando geral do Brasil se faz notar, por conta de um acidente trágico em um pequeno e simpático aeroporto que era usado como o principal do País. Nosso Brasil está parado no tempo, perdido em CPIs que nunca dão em nada, com as fronteiras fechadas para o acesso a tecnologia pelas camadas com menor poder aquisitivo da população. Questões estratégicas como o padrão da TV Digital e Rádio Digital são decididas por interesses escusos de corporações, e ninguém pensa na população, ou melhor, até pensam, mas não estão nem aí. Convivemos com o atraso enquanto vemos países como a Índia crescerem e faturarem alto por terem investido na formação de programadores e especialistas em tecnologia.
O brasileiro paga os maiores impostos do mundo, muitas vezes descontados diretamente na conta corrente de cada cidadão através da nefasta CPMF, e não termos acesso a saúde e educação, e estarmos entregues a nossa própria sorte na questão da segurança pública? Eu estou cansado de tudo isso, e exijo ordem e progresso. Exijo que os deputados, juízes e senadores da República cumpram o seu papel, e que a população fique atenta e pare de eleger pilantras e picaretas.
Citando a letra do nosso poeta maior Chico Buarque: “Dormia… A nossa pátria mãe tão distraída… Sem perceber que era subtraída… Em tenebrosas transações”. Acorda, Brasil, antes que seja tarde!
Não sei quantos anos você tem, mas eu já tenho 36, e cresci jogando Atari e achando isso o máximo. Até hoje me lembro das horas perdidas jogando River Raid ou Megamania. Uma das coisas emblemáticas era o design das etiquetas dos games, sempre com a tipologia tradicional. O gerador de etiquetas de jogos Atari 2600 é uma maneira divertida de criar os jogos que você sempre quis jogar, mas que nunca foram lançados.
No meu caso foi o jogo “Revenge of the Robots”! Se você quiser saber mais sobre robôs, visite meu outro blog.
Fui convidado pelo Alexandre Rauta do Blogadão para responder ao meme “Três blogs que não deixaria de assinar”. Achei a idéia deste meme bem interessante, pois permite que eu escreva algumas linhas e demonstre minha admiração pelos três blogs escolhidos, que estão entre os meus favoritos no mundo inteiro.
1) BR Point. O blog do Bruno Alves é uma das maiores referências para todos os blogueiros do Brasil, e eu não sou exceção. Bruno nos traz diariamente seus textos muito bem escritos e suas dicas inestimáveis que são fruto dos seus dois anos de experiência com o blog.
2) MeioBit. O MeioBit é o melhor blog de tecnologia escrito no Brasil, e olha que eu entendo deste assunto. O maior trunfo deste blog coletivo criado por Leo Faoro é a equipe, que é cheia de feras, entre eles o superstar da Blogosfera Brasileira Carlos Cardoso.
3) Pensar Enlouquece, Pense Nisso. O blog de Alexandre Inagaki é essencial. O autor se dedica a tratar dos mais diversos temas com inteligência, coerência e uma opinião bem formada.
Fui convidado pela Veridiana do Geek Chic para participar do meme sobre as 10 melhores séries de TV da minha vida. Posso estar cometendo alguma injustiça, mas vamos a primeira leva:
1) Arquivo X – Levante a mão quem nunca se deliciou com as aventuras de Fox Mulder e Dana Scully nas noites de quarta. Bons tempos aqueles, quando a Fox não era 100% dublada como hoje.
Eu não sei se vocês sabem, mas cheguei a morar em Buenos Aires durante alguns meses, e lá a série se chama Los Expedientes Secretos X. Não importa como você prefira chamar, The X Files ou Arquivo X, a série era perfeita. Eu gostei até da temporada na qual David Duchovny e Gillian Anderson não aparecem, mas em compensação temos o agente John Doggett. E como tudo na vida tem fim, Arquivo X se foi, e nem se quer se ouve falar em uma nova versão para a tela grande. O jeito é assistir aos DVDs de todas as temporadas.
2) Star Trek – The Original Series – A maioria das pessoas que gostam de Star Trek é louca pela série Next Generation e pelo Data, e eu não sou diferente, só que a minha maior obsessão é com a tripulação original e em especial com Mr. Spock. Para tornar curta uma história bem longa, Spock sempre foi um arquétipo no qual me inspirei, por mais paradoxal que isso possa parecer. Só que tem mais. O Capitão Kirk é outro aspecto da minha personalidade, assim como o Sr. Sulu, Mr. Scotty e Dr. McCoy. Fazer o que, não é? É por estas e outras que sou um trekker de carteirinha. Se você não viu a série original, os episódios estão disponíveis no iTunes em uma versão remasterizada para você assistir no seu iPod. Warp speed ahead, Mr. Sulu.
3) Dexter – Quando ouvi falar desta série pela primeira vez achei que não ia gostar nada, mas assim que assisti o primeiro episódio, entrei no clima na hora. O tema politicamente incorreto é a vida de um serial killer com uma consciência, que segue um código de conduta que o permite conviver com outras pessoas e até mesmo trabalhar no departamento de polícia de Miami. O resultado é o melhor possível, principalmente por causa da ótima interpretação de Michael C. Hall. Dexter não é uma série para qualquer qualquer espectador, pessoas com estômagos mais sensíveis podem não entender o espírito da coisa.
4) Six Million Dollar Man – O Homem de Seis Milhões de Dólares.
Quem cresceu nos anos 70 com certeza assistia a performance de Lee Majors com Steve Austin, um ex-astronauta que teve algumas partes do corpo substituídas por mecanismos eletrônicos, se tornando o primeiro ciborgue da raça humana. Quem assistiu não esquece da abertura, e daquele barulhinho que fazia quando Steve usava seus poderes biônicos. Eu gostava tanto de Steve Austin que na época eu tinha alguns bonecos do personagem e ainda por cima queria me chamar Steve (hoje em dia seria por causa de Steve “El Jobso”)! “Six Million Dollar Man” foi mais uma série antológica da minha infância, que eu assistia sem parar ao lado de “Jornada nas Estrelas” e “O Planeta dos Macacos”.
5) Heroes – Uma série de super heróis que quebra paradigmas e convenções. Na minha opinião é a melhor série de TV do meu gênero favorito desde Arquivo X, bem superior a Lost e The 4400, que eram as minhas favoritas dos últimos tempos antes de começar a assistir Heroes. A série de Tim Kring tem a mistura perfeita entre um roteiro muito bem escrito, atores convincentes em personagens que surpreendem e transformam-se ao longo da trama que vai se revelando aos poucos, com grandes nuances e mudanças de rumo. Não preciso nem dizer que meu personagem favorito é o Hiro Nakamura, filho de George Takei, também conhecido com o Sr. Sulu, que citei alguns parágrafos acima, mas eu ficaria muito contente com os poderes de Micah Sanders, e então nunca mais um político corrupto ganharia uma eleição enquanto eu vivesse. Ainda bem que as próximas temporadas estão chegando. Visite o portal nacional 9th Wonders.
E você estava achando que acabou? Nada disso, estas foram apenas as primeiras cinco, e na semana que vem tem mais, com “As Séries da Minha Vida, Parte II, A Missão”!
Não vou convidar ninguém porque já passou muito tempo, mas se alguém quiser participar, fique a vontade!
Fui convidado pelo Cardoso para participar do ótimo meme “Meus Vídeos Favoritos no YouTube”, que foi criado pela Maysa.
Discurso de Steve Jobs em Stanford 2005
Este vídeo de Steve Jobs discursando para formandos de Stanford em 2005 é obrigatório! O CEO da Apple e Pixar começa contando que nunca se formou, e depois conta três histórias tocantes sobre a sua vida, inclusive como acabou sendo despedido da empresa que fundou, como deu a volta por cima, e como venceu uma batalha contra a morte. Só quero acrescentar uma coisa: Não é a toa que Jobs é uma inspiração e um exemplo para qualquer pessoa, não só para os fissurados em tecnologia. Seu conselho final é perfeito: “Stay hungry, stay foolish.”
Comercial de Lançamento do Apple Macintosh no SuperBowl de 1984
O comercial de lançamento do Macintosh em 1984 é um dos melhores comerciais já feitos em todos os tempos, pelo menos na minha opinião. A idéia do comercial foi inspirada no genial livro de George Orwell, e o grande vilão a ser destruído é o Big Brother, que simboliza a toda poderosa (pelo menos naquela época) IBM.
Fluminense 7 x Botafogo 1
Que me perdoem os meus amigos Botafoguenses, mas este vídeo mostrando a goleada impiedosa aplicada pelo meu Fluminense na inesquecível noite do “Seven Up” em 1994 não poderia ficar de fora desta lista.
Jimmy Luv - Meu discurso
Este vídeo do meu amigo Jimmy, todo filmado em NY em 2003, foi dirigido por Guga Frullani, com produção da Veri Serpa do Geek Chic. Recomendável a todos que gostam de Hip-Hop!
Tokyo Dancing Stormtrooper
Qual o sentido deste vídeo, no qual o blogueiro Danny Cho fica dançando pelas ruas e pelo metrô de Tóquio vestido de Stormtrooper? Absolutamente nenhum, mas ele é muito divertido assim mesmo, principalmente pela reação das pessoas que estão passando.
Para terminar queria convidar para dar continuidade ao meme o Sampson Moreira do InovaVox, o Bruno Alves do Diversos, Bernardo Bauer do Caraca Maluco, Alessandro Martins do Cracatoa Simplesmente Sumiu e o J. Noronha do Fim da Várzea. Se algum de vocês não puder participar, não tem o menor problema!
Eu nem acreditei quando li no meu RSS reader o título do post no blog de Neil Gaiman: “Getting Better All the Time”! É claro que ele ainda não conhece o meu blog, mas de qualquer forma, é estimulante ler esta frase no blog de um dos meus mentores literários. Neil estava se referindo a entrevista que deu ao NY Times sobre o lançamento do filme Stardust. Na entrevista, Mr. Gaiman conta a verdade de porque é tão exigente na hora de adaptar os seus livros e quadrinhos para o cinema, explicando que o seu método de trabalho de criar uma graphic novel quadro por quadro e depois passar as instruções para um artista, é o mais perto que você pode chegar de ser um diretor sem fazer um filme de verdade. “O que eu faço é ser o roteirista, diretor e editor, ” conta Neil. “O artista é o camera man e os atores.”
Stardust não é uma história em quadrinhos, e sim um romance ilustrado típico dos tempos da Inglaterra Vitoriana, na cidade de Wall e no mundo de Fairy, onde se passam as aventuras do jovem Tristan Thorn. O livro foi escrito a mão em dois volumes com capa de couro no melhor estilo de Lord Dunsany, precursor de Tolkien. Gaiman conta que apenas transcreveu a história que foi sussurrada pela sua gata Princess, que era tataraneta da gata dos Thorn.
Stardust é uma verdadeira obra de arte, com ilustrações magistrais cometidas por Charles Vess. Charles é um velho parceiro de Neil desde a época de Sandman, que para mim é a melhor história em quadrinhos já escrita em todos os tempos, pelo menos na minha opinião. É um livro obrigatório para qualquer um que goste de fantasia e de se transportar para outros mundos.
O elenco do filme que vai ser lançado em outubro conta com Claire Daines, Michelle Pfeiffer e o grande ator Robert de Niro. Michelle parece perfeita no papel de bruxa malvada, e o filme parece bem fiel ao livro, pelo menos é o que podemos perceber nas imagens do trailer. Se você se interessou pela história, ouça o meu conselho: Nem pense em ir ao cinema sem antes ler o livro!
O Getting Better foi convocado pelo Max do Por Acaso para um participar do meme sobre a revista Playboy, listando as minhas cinco capas favoritas de todos os tempos. Eu não sei quem foi que inventou este meme, mas este é bem complicado. Como separar apenas 5 capas quando estamos falando de toda uma vida, e no meu caso que nasci em 1970, estou falando de alguns anos… É só você fazer as contas. Aqui estão as escolhidas, todas marcantes por diferentes motivos. Elas estão classificadas em ordem aleatória. Só espero que minha mulher não leia este post!!!
Começamos com ela, a Luma de Oliveira, que já não é mais apenas uma pessoa, já se tornou um símbolo nacional. Ela pode namorar quantos bombeiros quiser que vai continuar sendo top. Este ensaio foi feito em 1990, quando ela achava que estava com tudo, e realmente estava.
Depois ela, a eterna musa do Cardoso, só espero que ele não fique chateado comigo, mas é que a Luciana Vendramini era o sonho de consumo de qualquer adolescente ou pós-adolescente nos anos 80. Ela saiu na playboy em 1987, vestida de paquita, muito antes de namorar os tais cantores populares que não vou nomear neste post, mas ainda assim acho que prefiro a sua versão mais moderna, de 2003. Como está escrito na capa, a ninfeta virou mulher, that’s the spirit.
A Mel Lisboa flagrada pela Playboy em 2004. Essa realmente valeu o que quer que eles tenham pago. Lolita ou Anita, who cares? Mel faz jus ao seu nome, e era linda naquela época e é linda até hoje, com o cabelo curto. Com todo o respeito!
Alessandra Negrini, em um ensaio memorável que saiu em 2000, e que tem tudo a ver com a personagem Taís que a Alessandra interpreta nessa novela que eu por sinal quero deixar bem claro que não assisto! A única pessoa que não deve gostar destas fotos é o Otto.
Juliana Paes, o que dizer? Dona de atributos que fazem inveja a muitas por aí, a Ju foi a escolhida para a capa da edição de aniversário da Revista. Foi uma boa escolha. Fora isso eu acho que é melhor não dizer nada, e vou me reservar o direito de ficar em silêncio e meditar sobre o assunto em questão.
Mais uma como menção Honrosa?? A atriz Claudia Ohana foi fotografada em 1985, em fotos que ficaram marcadas não pela beleza estética, mais sim pela abundância de pelos que acaba sempre remetendo a floresta amazônica, quem viu o ensaio sabe do que estou falando. O Ruy Guerra e a Claudia que me perdoem, mas essa é uma maneira muito estranha de protestar contra o desmatamento.
Confira também estas do InovaVox, que nunca ninguém viu antes.
Não vou convidar ninguém porque nunca sei quando um convite para um meme é bem-vindo ou é um cavalo de tróia, se é que você me entende, mas se você tiver um blog e quiser participar é só comentar e eu faço o convite.