Entries from June 2007 ↓
June 28th, 2007 — Web

Eu escrevi um post sobre a Papervision no Digital Drops ano passado e já tinha ficado muito bem impressionado com a engine que eles criaram sobre o Flash.
O que era bom, ficou ainda melhor com a lançamento da última versão do Flash e o Papervision hoje em dia está quase perfeito, como mostra o Shark Demo, que está no site da empresa para você visitar e se divertir.
Visite sempre o blog do Papervision 3D para saber as novidades.
Via Future Feeder.
June 25th, 2007 — Gadgets, Livros, Pessoal, Quadrinhos

Inspirado no post “Gadgets em Viagens”, feito pelo Cardoso no MeioBit, queria falar da minha experiência viajando de ônibus por 2.000 km (ida e volta) há algumas semanas. Eu fui equipado com três gadgets, o meu iPod preto de 60GB, meu MacBook Pro e o meu celular V3i (infelizmente não era o iPhone) para falar com a minha família. Pra começar resolvi apostar todas as fichas no iPod, e saí do Rio ouvindo a playlist On The Road que eu tinha feito na noite anterior. Ainda estou na missão de completar os 60GB com meus CDs, mas é difícil. Converti uns 10 CDs da minha pequena coleção de 1.500 CDs mas mesmo assim ainda não cheguei aos 45GB.
Eu tinha colocado no iPod o vídeo e o áudio do encontro de Bill Gates e Steve Jobs na “D - All Things Digital” que eu estava querendo rever, mas por temer pela duração da bateria, resolvi escutar em áudio mesmo. Foi sensacional. Nada melhor para tirar a cabeça de uma viagem cansativa do que escutar estes dois mestres conversando.
Depois de escutar voltei as minhas músicas de estrada favoritas, e comecei a ler o meu enorme estoque de revistas em quadrinhos que incluía Crying Freeman, A Saga do Tio Patinhas e Blade, a lâmina do imortal. Depois também ataquei o meu livro “Purity of Blood”, de Arturo Perez Reverte, o segundo da série do Capitão Alatriste.
Quando ficou escuro tirei o meu MacBook Pro da mochila e comecei a ver os capítulos de Lost que ainda não tinha visto. Consegui ver dois episódios e ler os meus feeds RSS no Google Reader usando o Google Gears, antes da bateria pedir arrego. A bateria do meu iPod resistiu bravamente, e ainda consegui escutar mais umas músicas e ver um Diggnation antes de dormir um pouco antes de chegar ao destino. Na viagem de volta eu segui a mesma tática e o tempo passou bem mais rápido.
June 24th, 2007 — Ecologia, Tecnologia
Em outubro do ano passado, a Google anunciou um compromisso em produzir energia solar, começando o que é hoje em dia a maior instalação de painéis solares em um campus corporativo nos Estados Unidosn com 9.212 unidades colocadas sobre o topo de 8 prédios e em dois gigantescos captadores solares que foram construídos recentemente. Veja um vídeo e saiba mais no site da El Solutions, que é parceira da Google nesta empreitada solar.
A instalação solar da Google deve produzir energia suficiente para aproximadamente 1000 casas na Califórnia ou 30% da demanda por energia dos edifícios da sede da empresa em Mountain View, CA. Este link acompanha a quantidade de energia solar gerada no Googleplex em tempo real, como uma interface no estilo do Google Analytics.
Ao ver uma empresa do tamanho da Google tomando uma atitude destas e conseguindo resultados expressivos, mais uma vez vejo que o mundo mudou, e que atitudes de desperdício e descaso com o meio-ambiente estão com os dias contados, apesar de certas pessoas que ainda não perceberam para que lado o vento está soprando. Tudo isso é mérito do Al Gore, mas isso é assunto para outros posts.
Via Truemors.
June 20th, 2007 — Cinema, Humor, Quadrinhos
Um dos meus objetivos com o Getting Better é escrever coisas que eu adoro e que não tem nada a ver com gadgets e tecnologia senão eu acabo ficando maluco um dia destes. Uma das minhas idéias iniciais era fazer uma resenha dos melhores DVDs que eu tenho na minha vídeoteca, e de alguns dos meus CDs clássicos favoritos também. Por isso nada melhor do que começar com uma dupla que mandava bem nas duas coisas. Quem nunca se divertiu assistindo a um filme de Cheech Marin e Thomas Chong, dois dos meus comediantes favoritos de todos os tempos, não faz nem idéia do que está perdendo. O melhor de todos eles é o primeiro, “Up in Smoke”, que mostra como os dois malucos se conheceram e tem a famosa cena em que Cheech diz que o joint do amigo é maior que um quarter pounder… Bem, pequena pausa, antes que venham me criticar, em todos os seus filmes Cheech & Chong só fumam orégano, e não a famosa substância proibida. Mas a frase no poster diz tudo, “don’t go straight to see this movie”.
De qualquer forma, os dois fizeram filmes com cenas memoráveis, que agradam a gregos e troianos, sejam eles doidões ou caretas. A cena dos dois conversando dentro do carro neste primeiro filme, inspirou uma famosa cena com John Travolta e Samuel Jackson em Pulp Fiction, onde Tarantino presta uma homenagem velada a dupla. Um papo que aparentemente não tem nada a ver com o que estão fazendo, carrega a cena para conclusão totalmente inesperada. Alguns diálogos dublados entraram na música Queimando Tudo dos meus amigos do Planet Hemp.
A química entre Cheech e Chong era perfeita, e eles repetiram o papel por várias vezes, sendo que alguns dos filmes são estritamente para fãs. Eles fizeram até uma ponta (sem trocadilho) no filme After Hours de Martin Scorcese. Hoje em dia Cheech é um ator coadjuvante de sucesso no cinema, fazendo o eterno papel Mexican American Chicano que ele sempre fez muito bem, em filmes como “A Balada do Pistoleiro” de Robert Rodriguez e na TV. A última vez que eu vi o Cheech foi no seriado Lost, aonde ele participou de um episódio como o pai do Hurley. Já Thomas Chong (também conhecido como pai de Rae Dawn), está até hoje envolvido com seus problemas com a justiça, e antes disso estava mandando muito bem no seriado That 70’s Show. Também não sei onde anda hoje, espero que tenha conseguido escapar da prisão. Os fãs de carteirinha, como eu, torcem há décadas para a dupla voltar as telas nos seus papéis mais célebres, mas isto não deve acontecer tão cedo, se é que vai acontecer algum dia.
Assim que tiver mais tempo pretendo fazer posts especiais aqui no Getting Better sobre outras incríveis duplas do cinema, como Gordo e o Magro, Paul Newman e Robert Redford, Han Solo e Chewbacca, Beatrix Kiddo e Bill, além de outras duplas dos quadrinhos como Daigoro e Itto Ogami do Lobo Solitário, que são assunto para muitos outros posts.
Saiba mais sobre de Cheech & Chong. Visite o site dos caras.
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June 3rd, 2007 — Bizarro, Humor, TV

Você já assistiu a série de TV Dexter? O personagem principal é um serial killer, um desajustado completo que no entanto tem ética, por mais paradoxal que isso possa parecer. Os capítulos da série que foi inspirada em um livro tem ínicio, meio e fim, e ao contrário de muitas séries que só ficam enchendo linguiça, o Dexter segue em frente com o seu “código de Harry” e deixa os espectadores da trama hipnotizados. Harry era o seu pai adotivo, um policial que reconhecendo os instintos para lá de assassinos do seu filho, treinou-o para só executar seus atos em monstros comprovados, além de ensiná-lo a cobrir seus rastros de forma a não deixar nenhuma pista para os outros policiais. Dexter Morgan trabalha na polícia, outro elemento de humor negro presente na trama. Ele é um técnico forensíco da Miami P. D., uma cidade aonde todas as pessoas vão para morrer, como ele mesmo diz em um dos capítulos. E o Dexter faz a sua parte, “ajudando” algumas delas, mas só aquelas que ele vê que não vão tomar jeito nunca.
Esta série 100% politicamente incorreta é totalmente viciante. O episódio final da série bateu recordes de audiência no canal Showtime, nos Estados Unidos. E como Dexter é um especialista em sangue, ele com certeza ia adorar este papel de presente que é muito curioso, mas só deve ser usado para pessoas que tenham um senso de humor bem peculiar, com o Dex.
O papel de parede Rude Wrap custa US$ 5.95.
Via Nerd Approved.